RapGenius, Projeto Língua Franca, e a Lusofonia

RapGenius, Projeto Língua Franca, e a Lusofonia

Como eu cheguei ao projeto?

Já há alguns anos, participo de uma comunidade chamada Genius Brasil, a qual é um braço latino-americano da rede social Genius e eu acho que preciso falar sobre isso, porque acredito que que estas sejam informações úteis para quem está interessado em desenvolver uma pesquisa séria sobre o cenário RAP dentro desse universo virtual.

No link about dessa galera, os autores apontam que esta “companhia de mídia” foi fundada em 2009, quanto teve seu início como uma plataforma para criar anotações em “letras inteligentes de RAP (“annotating clever rap lyrics”), sob a denominação original de RAP GENIUS. Além disso, houve uma expansão para outras formas de conteúdo sem, entretanto, perderem esse aspecto (o qual eu considero o mais interessante) que é a possibilidade de realizar anotações em trechos de músicas e inserir informações acerca de artistas.

Apesar de ser tentador compará-la com o formato Wikia, a plataforma conta com uma interface diferente, que permite a catalogação de CONTAS VERIFICADAS, ou seja, têm a participação direta dos próprios artistas em seus profiles e, desde 2009 até hoje, essa galera ganhou força e se expandiu para uma comunidade de mais de 2 milhões de contribuidores, editores e músicos que acessam estes espaços para discutir e desconstruir seus trabalho junto com fãs de todo o mundo.

“Every song has a story that needs to be told”

Eu só fui entrar em contato com tudo isso há uns 3 anos, quando conversei com o pessoal do Genius Brasil, que gerenciam um profile “verificado”  pela Genius e realizam  contribuições para o crescimento deste espaço de reflexão e comunicação, sobre as letras do RAP Brasileiro. Neste (não)lugar está disponível, inclusive, uma lista de artistas verificados por essa galera, que conta com a presença de artistas ja renomados e experientes como Black Alien, Emicida, Kamau, Rashid, McMarechal, Rincon Sapiência e Síntese e outros jovens que estão a ganhar espaço no cenário da cultura HipHop, como a rapazeada do Costa Gold, Kafé e Marcello Gugu.

Pois é, foi por meio do Genius Brasil, que tive contato com o Projeto Língua Franca, lançado em março deste ano, o qual reuniu as rimas e poesias de Emicida, Rael com contribuições dos artistas portugueses Valete e Capicua sob a direção executiva de Evandro Fióti (irmão e produtor do Emicida) e produção musical de Fred FerreiraNAVE Beatz e Kassin. Por fim, o lançamento do álbum ficou sob responsabilidade da Sony.

Lusofonia e História

O termo lusofonia se refere ao conjunto de países que têm o português como língua oficial ou dominante e abrange uma série de países espalhados pela Europa, África, Ásia e, inclusive, Oceania. São eles: Brasil, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe  Goa, Damão, Macau e Timor.

Fonte: http://lusofonia.oseculo.pt/a-lingua-portuguesa/

Muita gente costuma esquecer mas, durante os século XV e XVI, Portugal foi capaz de constituir o maior império colonial da época junto com a Espanha, quando uma série de conquistas garantiu o controle de territórios por todo o mundo, através das Grandes Navegações. Tudo isso teve início com a conquista de Ceuta (atual Marrocos), em 1415 e faz parte de um centenário processo histórico que passa pelo neocolonialismo do século XIX, quando Portugal e Espanha passaram terem seu predomínio marítimo-mercantil desarticulado por potências industriais como Inglaterra, França e Alemanha. Entretanto, a luta por independência das colônias africanas e asiáticas ganhou força somente após o fim da Segunda Guerra Mundial.

De qualquer forma, muitos países africanos só conseguiram a autonomia de Portugal a partir de 1974, quando teve fim o governo autoritário denominado “Estado Novo”, liderado pelo ditador Salazar, com a conhecida Revolução dos Cravos. Algo que, para diversos historiadores, é um resultado do processo de pressão das colônias africana por independência, durante as décadas imediatamente anteriores. De qualquer forma o completo fim deste império colonial só teve seu fim decretado com a independência de sua última colônia, Timor, em 2002.

A Revolução dos Cravos foi um levante militar, conduzido na maioria por capitães do exército português que tinham participado na guerra colonial. Fonte da imagem: NoticiasAoMinuto.com

Para entender melhor toda a questão da lusofonia, acabei por pesquisar na internet e encontrei o artigo “Lusofonia: utopia ou quimera? Língua, história e política”, escrito pelo professor aposentado pela Universidade Federal do Paraná, Carlos Alberto Faraco. Neste artigo, Faraco aponta que as iniciativas de criar organizações para congregar países de uma mesma língua foi parte da tentativa de construção de um discurso capaz de justificar impérios coloniais modernos, realizado por metrópoles europeias durante o século XIX, como parte da elaboração do que o autor define como um poder “soft, que se fundava justamente numa pretensa unidade cultural dada por uma língua comum portadora da civilização que vencia a barbárie”. (FARACO, 2013, p.33)

Durante seu artigo, Faraco faz uma explicação detalhada sobre o processo histórico de tentativas de criação de institutos que agregassem os países de cultura lusofônica (desde o século XVIII, com uma iniciativa do Marquês de Pombal) e indica que, diferente do que se passou em outros lugares, esta questão nunca foi uma questão de Estado em Portugal. Além do mais, o autor aponta que entre os portugueses sempre houve uma preocupação com a possibilidade de “brasilianização” da língua portuguesa e cita, como exemplo, o fato de o Instituto Camões que estipulava, ainda em 2013, a proibição de se admitir brasileiros como professores.

O português do Brasil é um pouco mais elástico, é uma língua que está se inovando, inventando coisas e Portugal também tem tudo isso, mas é mais conservadora. Mas a diferença entre os dois raps não existe. As coisas que a Capicua fala, as pessoas se identificam. É incrível como em Portugal alguém faz uma letra que faz com que uma pessoa na Brasilândia ou no Grajaú se identifique, identifique sobre o que ela está falando” (Rael – iG)

Já  o Estado brasileiro sempre manteve para si a condição do que o autor define como “vassalagem linguística à Portugal”, algo que foi muito defendido pela elite brasileira durante o século XIX – a mesma galera que foi responsável pela criação da Academia Brasileira de Letras. Já a partir do século XX, a questão da lusofonia esteve presente de forma indireta em nas tentativas de redirecionar a política externa do país para se obter maior independência de ação, principalmente em meio ao contexto da Guerra Fria.  Durante este período o Brasil procurou realizar uma aproximação maior com os países africanos lusófonos, que lutavam pela estruturação de governos autônomos, a partir das décadas de 1960 e 1970, motivo pelo qual toda a ideia de lusofonia era vista envolta numa perspectiva de desconfiança e conflitos.

“Os problemas no Brasil e na Europa são parecidos. A pauta é a mesma. Estamos convivendo com falsas democracias e conservadorismo”. (CAPICUA -iG)

Desta forma, reflexões e debates acerca da lusofonia ficaram por muitos anos restritos ao meio acadêmico e este conceito passou por uma construção de sentido idealizada que foi muito associada à perspectiva de luso-tropicalismo, elaborada pelo controverso autor Gilberto Freyre. Esta perspectiva reforça o mito racista da miscigenação e pacifismo, sem deixar espaço para uma leitura questionadora acerca do desenvolvimento das relações lusofônicas em meio aos contextos de exploração colonial. É preciso termos cuidado com essa interpretação, pois não dá espaço à críticas sobre os preconceitos e a exclusão social que afetam todos os falantes dessa língua.

Apesar de ser responsável por cerca de 80% da população lusofônica do mundo, o governo brasileiro só passou a desenvolver iniciativas a partir da segunda metade da década de 1980 como parte de um projeto estratégico de política externa e ganhou muita força a partir da criação do MERCOSUL, em 1991, como uma tentativa de criar um contraponto à hegemonia dos blocos internacionais. Fato que, resultou na posterior criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e no Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP).

Desta maneira, podemos entender melhor o título do texto, já que toda a questão da lusofonia é construída como uma quimera, ou seja, une diferentes interesses políticos e econômicos, enquanto é contaminada por variadas projeções de uma unidade utópica, associadas ao seu valor cultural. Isto quer dizer que não existem um consenso acerca da interpretação sobre o papel da lusofonia, tanto que existem alguns autores citados por Faraco que opõem-se a ideia de uma cultura ou comunidade lusófona.

O artista paulistano Criolo também já colocou algumas reflexões acerca da questão da lusofonia:

Sobre o Projeto Língua Franca

Em primeiro lugar, precisamos entender que o conceito de língua franca, que retirei da Enciclopédia das línguas no Brasil, no site da UNICAMP.

“se refere a língua tomada como língua comum de grupos sociais que falam, cada um, uma língua diferente dos outros. Por exemplo, em países africanos de colonização Portuguesa, os diversos povos organizados num mesmo País, falam cada um uma língua africana. Por outro lado utilizam o português como língua para estabelecerem relações entre si. No Brasil, no período colonial, houve uma língua franca, a língua geral, que era falada pelos portugueses, tanto nas relações com índios como nas relações domésticas, e pelas diversas tribos indígenas, embora cada uma falasse a sua língua.”

Ao mesmo tempo a palavra franca detém o sentido de sinceridade, algo que termina por sugerir um diálogo sincero e autêntico entre pessoas.

Neste ponto de vista, o projeto Língua Franca é uma iniciativa com objetivo gerar aproximação entre artistas lusófonos. No teaser do projeto, publicado no canal de Emicida no youtube em março deste ano, os  quatro artistas falaram sobre o projeto, assim como acerca do processo de constituição desta ação criativa, cuja iniciativa remonta ao ano de 2015. Ademais, apresentaram interpretações acerca do significado desta ação como um passo em direção à aproximação entre todos que compartilhamos do português.

O projeto contou com gravações de dez músicas realizadas em estúdios entre São Paulo e Lisboa durante o curto período de dez dias. Um trabalho, cujo grande foco se encontra na presença da língua portuguesa como um denominador comum entre dois países, conforme apontou o jornalista Pedro Esteves para o site de notícias português Observador.

Em entrevista para o site, os artistas portugueses manifestaram satisfação com o amigável e criativo ambiente das gravações. A rapper, desenhista, cronista e socióloga, Ana Matos Fernandes (a Capicua), falou um pouco sobre as diferenças entre os processos criativos dos artistas, e sua surpresa com uma forma de produção mais intimista, característica dos membros do Laboratório Fantasma.

“Os quatro rappers têm uma coisa em comum que é ter uma postura de fazer rap consciente, o rap que fala de causas dentro dele, que é contracultural e, ao mesmo tempo, que não tem preconceito de se misturar com outras músicas. Criamos essa forma de estar no rap e na música em geral” (Capicua – iG)

O também sociólogo Keidje Torres Lima, mais conhecido como Valete, se dedicou a apontar as diferenças acerca das diferenças entre a origem nas camadas médias portuguesas, em contraposição à origem  do rap em Portugal ao rap brasileiro, cuja origem popular e politizada. Entretanto, ambos criticam os aspectos “materialista” e “hedonista”, que despontam na derivações deste estilo , presente em ambos países.

“Os quatro temos histórias e percursos pessoais e profissionais diferentes. É muito difícil fazer discos em grupo, muito difícil mesmo, porque tu podes escolher um tema muito genérico mas depois é difícil ter a coerência no tema. Mas isso trouxe a beleza, porque são quatro perspetivas diferentes sobre um mesmo tema.” (Valete – Observador)

Um trabalho absolutamente excepcional de letra e musicalidade, que conta com a cuidadosa elaboração de um manifesto coletivo acerca dos dias em que vivemos hoje – ou, como determinou o sociólogo polonês Zigmunt Bauman, contemporaneidade líquida – sob os princípios de uma perspectiva filosófica conhecida como Ubuntu, a qual é explicada, neste trecho escrito pelo professor Mogobe B. Ramose e traduzido com fins didáticos por Éder Carvalho Wen:

“A ideia da relação entre as quatro categorias de Kagamé e ubuntu precisa ser entendida desde a perspectiva de que a filosofia africana é consistente com a posição filosófica de que o movimento é o princípio do ser, entendido como “ser-sendo”. De acordo com esse entendimento, a condição do ser-sendo com respeito a toda entidade significa que ser é ser na condição de dade. Tudo que é percebido como um todo é sempre uma total-idade no sentido de que existe e persiste em direção ao que ainda está para ser. Porque esta é uma característica de toda entidade existente, ser-sendo deve ser entendido sempre como uma total-idade. O nosso argumento afirma que ubuntu sublinha e é consistente com esse entendimento filosófico do ser-sendo”.

Neste sentido, em meio às constantes mudanças que marcam nosso contexto, todos os artistas reconhecem a necessidade em se entender como parte de um todo comunitário, onde somos inter-relacionados. E a a língua portuguesa, termina por adentrar neste processo como o elemento comum que une estas culturas, tendo o RAP, (enquanto arte dotada de um aspecto transformador da sociedade) a fazer um “link” entre todos.

“Nunca tinha passado pela minha cabeça que a gente pudesse aproximar mais os dois países através da música que a gente fazia. Acho que com esse tipo de música, com esse tipo de fusão e que isso aqui aconteça cada vez mais – não só do Brasil enviando, mas enviando e recebendo – acho que a gente cria um fluxo de informação que vai fazer com que mais pessoas e mais veículos falem disso.” (Emicida – Teaser)

Entretanto, Valete deixa claro que este é o resultado de um processo, durante o qual diversos artistas brasileiros – é bom lembrar que  brasileiros e portugueses têm realizado gravações juntos há um tempo já – e que terminou por culminar na necessidade de levar este projeto para um “outro nível”, ou seja, gravar um álbum dedicado à questão da aproximação entre estas culturas lusofônicas. Rael, por sua vez, exalta no teaser o caráter democrático de todo o processo de criação deste material; fato que, segundo ele, contribuiu para uma maior fluidez nas relações entre os artistas.

“…juntar toda essa fonética, todas essas culturas no projeto é uma coisa maravilhosa que abre uma conexão que eu acho que vai servir de exemplo para outras pessoas para fazer um disco em colaboração, em continentes diferentes que falam a mesma língua” (Rael – iG)

Desta forma, podemos notar que Língua Franca, apesar de não ser o primeiro, é um importante trabalho que, ao unir o Brasil com as culturas lusofônicas que estão além do Atlântico, se projeta como um poderoso manifesto em defesa da união e reconhecimento fraterno entre todos estes países que compõem a lusofonia. Os artistas abrem este manifesto com uma homenagem que retoma a importância das memórias de momentos compartilhados junto aos que sempre os acompanharam nesta luta pela arte na vida de cada um deles.

A partir de então, o discurso adentra por uma aguda crítica social, no intuito de incentivar o público a romper com seu imobilismo e alienação, de forma a nos fazer atentar para a segregação e marginalidade que marcam os contextos destes dois países, onde a violência e opressão são constantes entre os grupos menos favorecidos destas sociedade.

Neste sentido, é a escrita e a música que movem estas pessoas a continuarem num compromisso com a verdade, buscando denunciar nossos problemas sociais e deixar claro o papel da cultura popular num processo de transformação. Algo onde o empoderamento e o orgulho da história africana é exaltado por meio de uma enorme de quantidade de referências à presença desta cultura no Brasil e no mundo.

O trabalho contou também com a participação do jovem artista Coruja BC1 que reforça o valor da constante busca por conhecimento e desenvolvimento pessoal, da mesma maneira que teve a introdução de batidas com referências do funk brasileiro para construir uma crítica à violência e arbitrariedade que marcam a vida na quebrada. Todavia, os artista nos lembram da importância em poder relaxar e descasar, como parte do próprio processo criativo e a importância em valorizar a vida.

Por fim, o álbum é encerrado com ” uma belíssima homenagem dos artistas à música como vida e inspiração dos mesmos, que discorrem sobre considerações, sofrimentos e regozijos que envolvem o processo criativo. Assim, todos deixam claro o papel da música rap como transformadora em suas existências e norte para uma vida ética.

Conclusão

Essa pesquisa foi a forma que encontrei para tentar contribuir com a reflexão acerca de toda a questão da lusofonia e propagar o debate acerca deste tema, lançada no projeto Língua Falada. Uma genuína obra de arte, consciente de seu poder transformador dentro de nossa contemporaneidade líquida. Trabalhando com as relações de heranças históricas da língua portuguesa, esta obra ressalta a importância da contribuição que a música e a poesia lusofônica já nos deram e ainda têm por oferecer às gerações que estão por vir.

Alternando mordazes críticas sociais com uma musicalidade intensa Língua Franca no ajuda a lembrar a necessidade sermos resiliente para seguir nosso caminho, mas também sabermos relaxar e aproveitar a vida para podermos nos manter nesta constante a luta por construir um entorno melhor e prestar respeito à memória de nossos antepassados.

Entretanto, para compreender melhor todo este projeto, é preciso que melhoremos nossos conhecimentos sobre as relações históricas que caracterizaram o “pacto colonial” entre a Coroa Portuguesa, Brasil e todas suas outras colônias. Além disso, precisamos entender melhor toda a complexidade que envolveu o processo de descolonização africana e asiática durante a Guerra Fria, assim como as permanências do imperialismo neocolonial no desenvolvimento de ideologias como o pan-africanismo e o nacionalismo árabe que marcaram o processo de elaboração política autônoma destes países.

Sempre com a certeza de que somos parte constitutiva desta história (e, por este motivo, SERES HISTÓRICOS cujas ações podem agregar mudanças paradigmáticas de nossa cultura) este é um dos mais belos manifestos acerca da importância da arte e seu valor como catalizadora de mudanças na sociedade.

Eu quis deixar clara a forma como me deparei com a obra e o caminho de pesquisa que segui para poder entender melhor tudo isso, para que outras pessoas possam, a partir daí levar a frente a reflexão e o debate sobre a questão da lusofonia, assim como acerca do papel desenvolvido pela iniciativa do projeto língua franca e o nosso lugar enquanto brasileiros em toda esta situação.

E espero que com isso muitas outras pessoas se interessem por conhecer e pesquisar mais sobre toda a reflexão acerca da condição humana propiciada pelo RAP. Uma forma de arte criada num contexto de opressão e racismo históricos, cujos artistas são conhecedores do papel fundador que a cultura africana exerce em nossa história desde os nossos primeiros passos.

Referências

Site oficial Língua Franca: https://lnk.to/LinguaFrancaAlbum

Sem autor. Emicida fala sobre seu novo álbum, “Língua Franca-“Eu sou um curioso da língua portuguesa. 02 mai. 2017. Disponível em: < http://multishow.globo.com/programas/musica-boa-ao-vivo/materias/emicida-fala-sobre-seu-novo-album-lingua-franca.htm >. Acesso em 31 mai. 2017

ESTEVES, Pedro. Língua Franca: o português a conquistar o mundo, 23 mai. 2017. Disponível em: <http://observador.pt/2017/05/23/entrevista-lingua-franca/>. Acesso em 31 mai. 2017

CAVALCANTI, Heloisa. Álbum “Língua Franca” é uma “mutação de fonéticas” e celebra a língua portuguesa, 25 mai. 2017. Disponível em: <http://gente.ig.com.br/cultura/2017-05-25/lingua-franca.html>. Acesso em 31 mai. 2017

Z., SOLEDADE, J., ALMEIDA, A., and RIBEIRO, S., orgs. Rosae: linguística histórica, história das línguas e outras histórias [online]. Salvador: EDUFBA, 2012, pp. 31-50. ISBN 978-85-232-1230-8. Disponível em: <http://books.scielo.org>. Acesso em 29 mai. 2017

FERRAZ, Murilo. Filosofia Pop #015 – Filosofia Africana: Ubuntu, Podcast, 16 nov. 2015. Disponível em: <http://filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-015-filosofia-africana-ubuntu/> Acesso em: 31 mia. 2017

GUIMARÃES, Juca. Álbum “Língua Franca” energiza rap e política no idioma português. 29 mai. 2017. Disponível em: <http://entretenimento.r7.com/pop/musica/album-lingua-franca-energiza-rap-e-politica-no-idioma-portugues-29052017>. Acesso em 31 mai. 2017

RAMOSE, Mogobe B. A ética do ubuntu. Tradução para uso didáticode: RAMOSE, Mogobe B. The ethics of ubuntu. In: COETZEE, Peter H.; ROUX, Abraham P.J. (eds). The African Philosophy Reader. New York: Routledge, 2002, p. 324-330, por Éder Carvalho Wen.

Site do Centro de Estudos Africanos da Universidade de Leiden . African philosophy, Postado em 15 mar. 2003. Última modificação em 14 jan. 2016. Disponível em: <http://www.ascleiden.nl/content/webdossiers/african-philosophy>. Acesso em 29 mai. 2017

Site do Instituto Internacional da Língua Portuguesa. Disponível em: <http://iilp.cplp.org/iilp.html> Acesso em. 01 jun. 2017

Emicida, Rael, Capicua – Ideal (Língua Franca). Youtube, 26 mai. 2017. Disponível em <https://www.youtube.com/channel/UCPPY2j463McwKBaT14ankmw>. Acesso em: 29 mar. 17.

 

 

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About the Author

PaleoNerdMe chamo Denis e sou professor de História. Concluí minha Graduação em Licenciatura em História na Universidade Estadual Paulista – UNESP, Câmpus de Assis-SP em 2009. Em 2014 concluí minha Especialização em Educação, Arte e Multimeios pela Unicamp. Atuo na área desde 2010, ministrando aulas para o Ensino Fundamental, Ensino Médio, Cursos Pré-Vestibulares, assim como, palestras e oficinas para jovens e adultos.

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